Repense o Convencional

4 de novembro de 2016

Os últimos dias de uma grande aventura

Como mencionei em nossa última postagem, vamos nos apresentar em uma maratona aérea.

Foi exatamente o que aconteceu. Os últimos três dias foram muito intensos. Voamos com Philippe por mais de 15,1 FLT, que são quase 6.500 MN no ar. Philippe e eu suamos mais de 20 litros de água. (5 para Philippe e 15 para mim!)

O Phenom se comportou perfeitamente durante esta viagem! Somente uma mensagem CAS falsa em 12 dias de operação.

As condições operacionais foram extremas. A elevação mais alta do aeroporto foi de quase 1828 metros (6000 pés) com uma temperatura de 38 graus Celsius.

Confiável? Sim, ele é.

Do céu, a costa oeste da África, mais uma vez, estava incrível. Eu fico surpreso com os cenários sob nossas asas -- às vezes árido e às vezes muito verde. As cores estão em constante mudança.

A operação sobre o Golfo da Guiné foi muito intensa; a carga de trabalho foi alta o bastante para manter Philippe e eu muito ocupados. Nem percebemos quando cruzamos a linha do Equador, já que a atmosfera na cabine de comando era séria.  No FL430, conhecemos alguns CBs, que tivemos que evitar visualmente de tempos em tempos. A altitude da Tropopausa pode ser muito alta nessas latitudes. Você pode esperar obter atividade conectiva alta de até FL600 e temperaturas chegando às vezes bem abaixo -70 graus estáticos. (O limite máximo autorizado para o Phenom 300 no FL 450 é de -70 graus Celsius de SAT). Conforme voávamos, as noites para Philippe e eu foram realmente "sonolentas". Agora estamos acostumados um com o outro, como uma tripulação constituída, cada um de nós agora sabe exatamente o que fazer em relação ao outro.

As paradas em Pointe Noire, Abidjan e El Aiune foram muito eficientes. Tivemos alguns pequenos problemas, mas estavam mais relacionados com obstáculos logísticos. Um caminhão de combustível chegando um pouco atrasado à aeronave, um transporte de saída do hotel que não apareceu e um plano de voo faltando na torre de Abidjan. Mas nada muito sério.

Em todos os lugares em que pousamos, o entusiasmo gerado por nossa presença e pelo Phenom nos causou um sentimento muito bom.

Esta viagem foi tão impressionante quanto a confiabilidade do Phenom. Antes de sairmos de Paris, a Embraer nos forneceu um kit AOG para cobrir todos os principais itens problemáticos da Lista de Equipamentos Mínimos. Este kit estava bem embalado no compartimento traseiro e nunca foi tirado de lá. (Ficamos felizes e confiantes em transportar nossa própria oficina de reparos, graças à Embraer.)

Enquanto o cronômetro da maratona africana chega ao fim, veja algumas figuras para ilustrar o desempenho durante nossa aventura:

-11 partes em 13 dias

-7 dias de atividade de voo

-32h42 horas-voo (não duração de voo)

-12.754 MN distância aérea

-14.979 kg (33.025 libras) do Jato A1 usados

-4 aproximações instrumentais e 7 aproximações visuais

-1 quarto de óleo

Sobrevoamos: FRANÇA, SUÍÇA, ITÁLIA, GRÉCIA, EGITO, SUDÃO, ERITREIA, DJIBUTI, ETIÓPIA, QUÊNIA, TANZÂNIA, ZÂMBIA, ZIMBÁBUE, BOTSUANA, REPÚBLICA DA ÁFRICA DO SUL, NAMÍBIA, ANGOLA, REPÚBLICA DO CONGO, o Oceano Atlântico (Golfo da Guiné), COSTA DO MARFIM, MALI, MAURITÂNIA, o território disputado do Saara Ocidental, MARROCOS, ESPANHA, FRANÇA.

Conhecemos tantos rostos gentis e vimos milhares de animais maravilhosos, nos dando o bastante material para sonhar com eles por um bom tempo. 

É apenas o começo de novas aventuras. 

Eu gostaria de agradecer a Philippe e sua família por me dar a oportunidade de dividir essa aventura com eles.

Nós também queremos agradecer a todos aqueles que nos apoiaram:

-Tim, Manuel, Sebastien, Luciana e toda a comunidade da Embraer, da instalação de manutenção às sedes mundiais.

- Renaud e Willy da Speedwings Executive Jet GmbH, nossos operadores eficientes e dedicados.

-JETEX, WFS, Colibri -- ótima equipe (Joyce e Hocine)

-Todas as pessoas envolvidas nesta aventura fabulosa

-Amigos e família

-É quase impossível falar o nome exato de toda a mão de obra envolvida nesta viagem

Novamente, obrigado por nos acompanhar.

Mal vemos a hora de em breve dividir mais aventuras incríveis com vocês.

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1 de novembro de 2016

Escala de três dias na Cidade do Cabo

Nossa escala de três dias na Cidade do Cabo foi realmente interessante. A Cidade do Cabo é uma cidade ensolarada e com muito vento às margens da Montanha da Mesa e da Lion's Head. A Cidade do Cabo é frequentemente chamada de Citi Bowl (Tigela da Cidade). por causa do cenário montanhoso cercando a área central. Esta cidade possui um clima de verão mediterrâneo, quente com invernos amenos, moderadamente úmidos, e verões quentes e secos.

A Cidade do Cabo parece uma capital europeia no limite geográfico do mundo. A atmosfera é muito gostosa e é um lugar muito bom para se morar.  Pessoas de diferentes horizontes e nacionalidades vivem juntam em uma harmonia relativamente boa. A cidade tem museus, aquários, arquitetura, esporte a assim por diante – ali, há tudo para deixá-lo feliz. 

Um dos lugares mais legais de visitar é o Parque Nacional da Montanha da Mesa. A Montanha da Mesa é uma das 7 Maravilhas da Natureza. 

A principal característica da Montanha da Mesa é o planalto de aproximadamente 3 quilômetros de lado a lado, delimitada por penhascos impressionantes. É tão bom respirar ar puro enquanto caminha ou faz uma trilha. Há vários circuitos, de muito fáceis a medianos, mas certifique-se de ter um bom par de sapatos. 

Uma coisa muito impressionante quando se está em uma altitude de 1.084 metros são os sons que você ouve da cidade, que produz um barulho constante. Eu recomendo andar acima desta altitude. Mas tenha cuidado, não perca o bilhete do teleférico ou você terá que andar por duas horas e meia para chegar até o ponto de ônibus.  Às vezes você pode andar pelas nuvens no topo desta montanha. Esta formação de nuvens se chama "toalha da mesa". A lenda atribui este fenômeno à uma competição de fumo entre o demônio e um pirata local chamado Van Hunks. Na verdade, esta nuvem orográfica é formada quando um vento do sudeste é direcionado para as encostas da montanha no ar gelado. 

Mais ao sul, você encontrará o Cabo da Boa Esperança, que se acreditava ser o ponto de divisão entre os oceanos Atlântico e Índico. Na verdade, o ponto mais ao sul do continente Africano é o Cabo das Agulhas, cerca de 150 quilômetros para o leste-sudeste. Por tradição, o Cabo da Boa Esperança  é considerado este lugar peculiar onde os dois oceanos de reencontram. 

De  um ponto de vista romântico e poético, o Cabo da Boa Esperança ainda é considerado este  ponto convergente.

A fauna e a flora são realmente ricas nesta parte da África do Sul. Tantas espécies diferentes – pinguins, baleias, focas, peixes, avestruzes, babuínos e assim por diante. 

Durante nossa visita ao Cabo da Boa Esperança, pudemos ver uma baleia encalhada. A baleia estava lá há dois dias e os turistas estavam muito empolgados com ela até metade do dia, quando o odor produzido pela combinação de um ar muito quente e da baleia atracada ficou mais forte.

Nós nos divertimos observando os pinguins brincando com as poucas ondas. 

Esta manhã, voltamos para o FBO para começar nossa maratona para o Norte da África. Cidade do Cabo para Paris com quatro paradas e dois pernoites. 

A primeira parada do dia foi em Windhoek, Namíbia. Um aeroporto muito dinâmico.

Em menos de um mês, três novos operadores começaram a agendar voos para Windhoek. Qatar e Air Ethiopia estão voando para lá há um mês, e hoje foi o voo inaugural de Amsterdã, com um A330 da KLM com vários oficiais, jornalistas, fotógrafos e dançarinos africanos.

A pista com 4.000 metros de comprimento é muito importante, especialmente ao verificar a LFE (elevação da pista) de quase 1.828 metros (6.000 pés), onde a temperatura chegava a 38 graus Celsius (100 graus Fahrenheit) facilmente.

Que estranho! Na fuselagem traseira do A330, pode-se ler "The Flying Dutchman". Esse era o nome do programa de milhas antes da criação do Flying Blue da Air France, mas também é conhecido como um lendário navio fantasma que nunca consegue chegar no porto e está condenado a navegar os oceanos para sempre. O mito provavelmente foi originado no século 17, quando uma embarcação holandesa chegou na Cidade do Cabo em perigo devido ao mau tempo e queria chegar no porto, mas não conseguia um piloto para conduzi-la e ficou perdida no mar. Desde então, ela pode ser vista quando o tempo está muito ruim.

Esperamos que não tenha fantasmas, mas sim um bom tempo no caminho para Pointe-Noire, que é a segunda maior cidade da República do Congo, depois da capital de Brazavile. Pointe-Noire é o principal centro comercial do país e é essencialmente o centro da indústria petrolífera na República do Congo, uma das principais produtoras petrolíferas na África Central.

Ficamos maravilhados com uma aproximação visual fantástica para a RWY 17. Aeronave estacionada, coberta e reabastecida para nossa próxima viagem.

Felizes por poder dormir um pouco.

Vemos vocês amanhã.

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27 de outubro de 2016

À caminho da África do Sul

O voo de ontem foi: FVFA-FACT
Duração: 03h05

 Nós passamos a noite nas Cataratas de Vitória no Zimbábue. Este lugar, que todos nós visitamos, é sempre ótimo. Após o passeio de ontem, decidimos ir direto para nossa acomodação para uma boa noite de sono. Sapos e macacos quebraram o silêncio da noite no Zimbábue.

Na manhã seguinte, andamos até as cataratas. A temperatura às 10h30 LT (08h30 STD) era de quase 38 graus Celsius (100 graus Fahrenheit). O sol estava muito forte! Novamente, minha pele parecia um sorvete de baunilha e morango!  Mas a dificuldade desta caminhada de 10 minutos foi esquecida quando chegamos na frente das cataratas!

As quedas d'água, mesmo durante a temporada mais seca, são enormes! Parecem folhas de água separadas por grandes platôs de basalto. O volume todo do rio Zambezi desemboca em vários desfiladeiros! O som produzido pelas cataratas é muito alto e os jatos de água refrescam a área. É uma maravilha, e eu imagino como deve ser impressionante durante a temporada de chuvas ou na cheia anual do rio! Ao redor das cataratas, tudo é muito verde e intenso. Os macacos estão brincando em todos os lados sob a sombra das árvores molhadas continuamente pela água do Zambezi.

O povo indígena vivendo nos arredores das Cataratas Vitória, os Tokaleya, as batizaram no idioma Tonga, a Mosi-oa-Tunya. Isso significa: A fumaça que troveja. A largura das cachoeiras é de 1708 metros e a altura é de 108 metros. Em altura e largura, só se equipara às Cataratas do Iguaçú na Argentina e Brasil. É realmente espetacular!

Depois de passar algumas horas nas cataratas, era hora de voltar para o hotel e nos preparar para deixar o Zimbábue e seguir em direção à África do Sul. Nossas câmeras estão cheias de fotos lindas! Depois de uma viagem de 30 minutos, chegamos no aeroporto internacional de Victoria Falls. O edifício é bem novo. As últimas reformas do aeroporto foram feitas há menos de um ano!

O edifício estava muito bonito! Outra vez, os agentes não pareciam muito acostumados com voos privados, mas, como na Tanzânia, foram eficientes. Alfândega, combustível, simulação e verificação de bagagem foram todos realizados em um tempo bem razoável sob o forte sol do Zimbábue! Decolamos na RWY 12 (com mais de 3962 metros [13000 pés] de comprimento). A elevação do aeródromo era de 1066 metros (3500 pés) e a temperatura estava quase em 40 graus Celsius. Mas a aceleração da aeronave ainda estava boa! Vinte minutos após a decolagem, alcançamos BONAL quase no nosso nível de voo solicitado (FL 430). Este ponto de passagem é o ponto de saída do espaço aéreo do Zimbábue na fronteira com Botsuana. Mais tarde, o transporte aéreo UT916 nos conduziu sobre Makgadikgadi Pan. Este deserto salgado fica no meio das savanas áridas na região nordeste de Botsuana e é um dos maiores desertos salgados do mundo.

Deixamos Botsuana no ponto de passagem UDLUM para entrar no espaço aéreo da África do Sul. A chegada no FACT (Aeroporto Internacional da Cidade do Cabo) foi linda. A iluminação estava boa e as nuvens cobriam o topo da Montanha da Mesa! Pousamos depois do ILS Z na RWY 19, a temperatura no solo era de 20 graus Celsius e o vento estava bem forte, até 30 nós em rajadas de vento. A infraestrutura no FACT são iguais as da Europa, e os procedimentos pareceram bem familiares.

Vamos passar três dias aqui. Desde nossa partida de Paris, voamos somente na direção sudeste por quase 6.500 NM de distância aérea. Enquanto estávamos nas Cataratas Vitória, eu vi uma pintura em frente de um hotel que representava uma viagem semanal do Solent, um barco voador de passageiros, que começou a funcionar em 1940. O caminho era similar ao que nós fizemos: Southampton-Augusta-Alexandria-Cartum-Port Bell-Cataratas Vitória-Joanesburgo. Eu nem consigo imaginar como devia ser difícil fazer essa viagem em 1948.
Agora é diferente com o Phenom e com a tecnologia.

Da próxima vez que usarmos o N344PL, será na direção norte no lado ocidental da África voltando para Paris.

A aventura continua.

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26 de outubro de 2016

A viagem para as Cataratas de Vitória

Hoje, deixamos nosso acampamento na reserva Serengeti com nosso guia e deixamos a Tanzânia para chegarmos ao Zimbábue. Estávamos muito tristes porque este lugar era tão bonito e os nativos foram tão amigáveis. Vamos sentir saudades.

Seguimos para a pista Sasakwa para um voo de 45 minutos em um bush plane para o Aeroporto Lake Manyara. A volta foi muito rápida, uns 5 minutos. Somente dois passageiros deixaram a aeronave monomotor de turbina na parada Lake Manyara. A próxima parte foi um pouco mais curta, 15 minutos para o HTKJ (Aeroporto Internacional de Kilimanjaro), onde nossa nave estava nos esperando no estacionamento geral de aviação.

As asas de nossa nave estavam cobertas por uma poeira laranja. Felizmente, usamos a proteção do nariz e para-brisas, que parecem meias verdes de camuflagem, para proteger as áreas sensíveis como tubos de pitot, capas estáticas e para-brisas. Esta proteção é muito boa, especialmente quando você está em áreas remotas, já que a proteção solar prateada não é suficiente. Você precisa de algo para proteger a aeronave dos raios ultravioletas. Nosso agente de pista, Joshua, da Swissport Dar es Salam, organizou tudo de maneira eficiente e sem problemas; os nativos da Tanzânia são muito prestativos. Joshua está sempre sorrindo, sempre feliz em ajudar. Apesar disso, a verificação de segurança foi um pouco complicada. Eles não estão muito acostumados com voos privados e as coisas às vezes demoram mais do que o esperado. O combustível foi abastecido e os passageiros estavam indo em direção a aeronave. A simulação de voo foi feita e estávamos prontos para a decolagem. Nas laterais da pista, um tornado de poeira leve estava começando a aumentar bem em frente de nosso caminho para a partida.

Nós decolamos da RWY 09 em uma altitude de elevação de 883 metros (2.900 pés) e 31 graus Celsius. Sem problemas para um Phenom 300, o desempenho de subida lembra dos 1.524 kg (3360 libras) de tração produzida pelo motores do jato PW535-E. Como de costume, nenhum contato no rádio até FL 320, e então, a comunicação estava muito fraca e falhando. O transmissor não funcionou com comunicação do ACT, e decidimos definir em 2000 com nosso S transponder. Os controladores nunca nos colicitaram para alterá-lo para um voo com distância aérea de 1200 NM. É estranho, porque não estamos acostumados com isso na Europa. A cobertura do radar às vezes é tão precisa que precisamos alterar o transmissor duas ou três vezes em um voo de Le Bourget para Milão. A sensação de estar sozinho é onipresente na Tanzânia e Zâmbia.

FL 430 Mach 0,74 e o OAT mostra -64 graus Celsius. 

Como de costume, tudo está silencioso, com apenas a comunicação da Zâmbia nos lembrando da existência humana. Após quase 3 horas de tempo de voo, podíamos ver um B337-8 de Springbok (este é o sinal de chamado para as pistas da África do Sul), 10 MN a oeste de nossa posição. Prefiro observar cabras-de-leque em uma foto de viagem do Safári! Mais tarde, depois dos relatos da atividade, Willy, nosso suporte de operações, confirmou que somente duas aeronaves estavam presentes no céu da Zâmbia! Zâmbia tem uma área maior do que a França – 752.628 km<sup>2</sup> para Zâmbia contra 543.965 km²<sup>2</sup> para a França! Tente imaginar como você se sente sozinho!

Philippe e eu ficamos muito empolgados por sobrevoar as Cataratas de Vitória, não só pela necessidade de chegada, mas pelas vistas. Pode ser complicado tentar realizar 360 graus em FL 070 na fronteira do Zimbábue e da Zâmbia para a diversão de nossos passageiros e nossa também. Como você deve saber, em um mar calmo, todos os homens são pilotos. Vamos tentar. Na pior das hipóteses, o ATC irá recusar.

Obrigado ao ótimo controlador de aproximação Livingstone que foi tão prestativo. Ele nos ofereceu um procedimento completo para conseguir realizar nosso truque com frequência ar-para-ar usada pela aeronave de turismo para voos panorâmicos sobre as Cataratas de Vitória. A única preocupação do ATC era o fato de que éramos considerados uma aeronave de médio porte para a turbulência, mas ele ficou mais tranquilo quando falamos que temos menos de oito toneladas no peso total! A vista era inacreditável!! As cataratas são impressionantes! Que momento maravilhoso. Depois da nossa excursão fora do trajeto, Philippe terminou o voo com uma aproximação visual bem realizada para a pista 12 de 3.999 metros (13.123 pés) de comprimento no aeroporto de Victoria Falls. Amanhã de manhã, vamos até as cataratas. Vamos experimentar outro momento mágico, os quais temos vivenciado desde que deixamos Paris.

O novo horizonte para amanhã depois das cataratas será a Cidade do Cabo, na África do Sul!! Cuidem-se e até mais!

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26 de outubro de 2016

O lindo Parque Nacional de Serengeti

Passamos os últimos três dias no Parque Nacional Serengeti. O nome do parque vem de uma palavra usada pelos Massai para descrever a área -- "siringet", que significa "O lugar em que a terra não tem fim".

E isso é tão verdade. Parece que não há mundo fora deste parque, que cobre quase 14.762 km² (5.700 milhas²). Toda esta terra é coberta principalmente por gnus e outros animais, que estão, no momento, realizando sua migração anual com base nos padrões de precipitação deste ano. Devido ao aquecimento global, os nativos nos avisaram que as coisas estão mudando muito e isso tem um impacto na vida selvagem nessas áreas remotas.

O melhor lugar para observar esta migração é do céu! Então, Philippe teve a grande ideia de fazer um safári num balão de ar quente no nascer do sol. Ainda um pouco sonolentos, todos entraram no veículo de quatro rodas para chegar no local de decolagem.

Fomos recebidos por nosso capitão, Mohamed Masud, um piloto de balões de ar quente muito experiente com quase 2.500 horas de voo durante os últimos 15 anos. Foi uma experiência totalmente nova para todos. Instruções de segurança, previsão do tempo e agora vamos para onde o vento nos levar! A decolagem foi maravilhosa, enquanto sentávamos na grande cesta de vime, como um astronauta em sua nave se preparando para a partida. O ar quente produzido pelo sistema de queima expandiu o balão e subimos lentamente a 30 metros (100 pés) por minuto. O balão começou a se deslocar lentamente, e estávamos no ar em menos de 30 segundos.

A altitude varia dependendo do que você quer ver.  Acima desta reserva natural infinita, o silêncio começou a ser novamente onipresente. A velocidade de cruzeiro média de nosso balão estava entre 12 nós próximo à superfície e 20 nós um pouco mais elevado. A altitude máxima neste voo foi de cerca de 1.676 metros (5.500 pés) AMSL. Tais valores estão longe de nosso parâmetro diário ao pilotar o Phenom, mas eu e Philippe concordamos: "Se estivermos voando, estamos felizes!!!"
 
O conhecimento sobre a vida selvagem e a aerologia eram dominados perfeitamente pelo Capitão Mohamed. Novamente, girafas, búfalos e gnus estavam presentes para nosso divertimento. Após uma hora de viagem, era hora de voltar à terra na Tanzânia. Mohamed começou a soltar o ar quente do topo do balão. Ele realizou um pouso muito bom e a cesta não tombou. Tomamos uma taça de champanhe no local do pouso! (Que experiência surreal foi beber uma taça gelada de campanhe no meio desta reserva do Serengeti entre gnus e outros animais selvagens!). Como explicado pelo Capitão Mohamed, é uma tradição beber champanhe ao pousar em um balão de ar quente. A tradição se originou com os primeiros voos de balão, quando os pilotos não conseguiam controlar o caminho do balão no pouso, frequentemente estragando campos de fazendas. Para evitar a raiva e agressividade dos fazendeiros, os pilotos decidiram oferecer champanhe para eles.

Mohamed também estava muito orgulhoso por ter um grupo de franceses neste voo, nos lembrando de que o primeiro balão controlado pelo homem, o que aconteceu em 15 de outubro de 1783, foi pilotado por um francês chamado Pilâtre de Rozier. Foi há quase 233 anos. A magia ainda permanece depois de todos esses anos e ficamos maravilhados por ter uma experiência tão gostosa.

Amanhã saímos para o Zimbábue! Está tudo pronto! Nossa equipe do Speedwings Jet Executive GmbH de Genebra administrou bem nosso dia, outra vez. Um muito obrigado também para Fanni do World Fuel Services, que tornou nossa entrega de combustível tão fácil.

Agora, estou impaciente para alcançar novos horizontes.

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23 de outubro de 2016

Lindo Safári

Após dois dias da nossa jornada e nossa quarta parada, finalmente chegamos em Kilimanjaro.

Passamos a noite em Arusha. Todos estão cansados, mas muito felizes e encantados. Mais uma vez, vamos acordar cedo, mas temos um ótimo dia pela frente: O Safári.

Estamos indo para o norte da Tanzânia, não muito longe do lago Vitória, em um bush plane capaz de pousar na pista Grumeti. Philippe e eu estávamos felizes por sermos passageiros comuns hoje, nos permitindo ver os cenários maravilhosos do norte da Tanzânia no FL85.

Pilotos de bush planes: Que aventura!

Sem piloto automático, sem trem de pouso retrátil, sem sistema anticongelante e sistema de condução, ou Regras de Voo Visuais e uma aeronave despressurizada! É um trabalho difícil e tão diferente de nosso tipo de operação, mas impressionante e interessante.

Sentimos falta de nosso fabuloso Phenom 300 com todos os seus ótimos recursos a bordo. As pistas de terra não fazem parte da rotina diária dos aviões da Embraer.

O voo foi muito bom, o ar estava suave e parado. Estávamos no ar por volta das 7h30 LT e a temperatura atmosférica do lado fora estava muito boa -- não estava muito quente, em torno de 17 graus Celsius. Pelo que me lembro, a leitura da temperatura atmosférica do lado de fora no FL 085 era de 14 graus Celsius.

Para ser sincero, estava até um pouco frio no bush plane, especialmente na segunda parte, que levou cerca de 50 minutos de tempo de voo porque tivemos que fazer uma parada para outros passageiros que estavam indo para outra reserva de vida selvagem. Como estava cansado, eu dormi. Philippe se sentou no assento à direita ao lado do piloto, portanto, tudo estava sob controle, exceto por manadas de búfalos ou gnus andando na pista Grumeti quando estávamos preparados para a parte final e prontos para pousar. O piloto teve dar a volta por causa dos animais atravessando a pista. Foi uma experiência incomum, especialmente quando você está acostumado a voar na Europa para destinos como Gênova, Paris ou Farnborough.

Após uma passagem baixa pela pista de Grumeti, finalmente aterrisamos na pista de terra.

A segunda parte do dia estava começando depois de uma recepção calorosa de nosso ótimo guia, Jeremiah. Estávamos prontos para um Safári muito legal!

Todas as câmeras estavam carregadas para capturar a beleza da vida selvagem da Tanzânia: crocodilos, hipopótamos, elefantes, chitas, macacos, cachorros selvagens, gazelas, impalas, leões, girafas, avestruzes e muito mais.

Olhos e cabeças estão repletos com tantas visões e momentos.

Um belo pôr-do-sol sobre a linda Tanzânia e um ótimo jantar. Agora é hora de dormir e sonhar com esta viagem fabulosa e empolgante.

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22 de outubro de 2016

Outro dia fenomenal no Phenom 300, N344PL

Segundo dia da nossa jornada: HECA-HDAM-HTKJ 

Primeira parte: 03h55

Segunda parte: 02h55

Foi um dia muito longo, mas também um ótimo dia. Cheio de alegria, adrenalina e surpresa! África, aí vamos nós! Ontem foi o começo do nosso sonho, hoje fazemos parte do sonho.

O embarque no Cairo hoje de manhã, às 6h30 UTC, era para ser realmente rotineiro. Cairo é um grande aeroporto internacional com três longas pistas paralelas. Écomo a Europa, mas não há mais CFMUs (Unidades de Gerenciamento de Fluxo Central).

Não estávamos esperando surpresas em nossa partida. O FPL foi registrado e aceito pelos serviços Egípcios, tudo foi verificado e preparado na véspera pela Speedwings Executive Jet GmbH, nossa provedora de operações. Então, naquela linda manhã no Cairo, tudo estava bem, estávamos dentro do horário, um motor funcionando para nossa conveniência. Eu pedi permissão para iniciar a autorização de tráfego e o ATC ficou muito surpreso! "N344PL, eu confirmo que não temos seu FPL!" Após 35 minutos tentando encontrar uma solução com nossos operadores em Genebra e com o ATC local, conseguimos começar a taxiar.

Decolamos do Cairo com pelo menos 1 hora de atraso e agora estávamos indo em direção a Cartum FIR. O caminho era bem simples pelo Mar Vermelho para Djibuti. Philippe é um aventureiro e conhece muito bem toda a sutileza da Fraseologia: HF, frequência primária e secundária ou IFBP em 126.9.

IFBP (in flight broadcast procedure is peculiar ou, em português, procedimento de transmissão a bordo é peculiar), você tem que relatar sua posição a cada 10 minutos ou ao cruzar uma aerovia e você pode passar um bom tempo tentando desesperadamente ouvir uma voz familiar para guiá-lo pela imensidão da África. É uma área muito remota e eu fiquei feliz com a experiência de Philippe nesta região e sua pedagogia para me mostrar o truque! O procedimento SLPO também era obrigatório nesta parte da África. Você tem que fazer um desvio do percurso a 1 ou 2 MN à direita por motivos de espaçamento entre todo o tráfego.

O voo foi longo, mas eu percebi que quando você voa em uma região europeia de Corfu para Bruxelas, parece uma eternidade, mesmo se os cenários forem lindos, mas aqui é a África, a carga de trabalho foi tão alta com o ATC e o gerenciamento da permissão para sobrevoar que para nós, estas 4 horas de voo parecem durar alguns minutos intensos.

Permissão para Sobrevoar!!! Obrigado novamente à nossas formiguinhas da Suíça, estou falando de Willy e Renaud, eles conseguem nos seguir em tempo real com um rastreador GPS mesmo em áreas remotas! As comunicações por satélite foram tão úteis para coletar informações, como a confirmação da permissão de sobrevoo enviada há 2 meses por e-mail.

O pouso em Djibuti foi bom e o intervalopara um sanduíche foi maravilhoso para todos nós.

Combustível abastecido com nosso simpático prestador de Djibut, calços das rodas removidos e estamos partindo para Kilimanjaro!  Agora é hora do show - nós vamos cruzar a linha do equador - minha primeira vez! E entraremos na ITCZ (inter tropical convergence zone ou, em português, zona de convergência intertropical), esta é uma região em que o fenômeno climático pode ser muito duro! Você pode esperar CBs de até FL 530 e até mais alto com temperaturas SAT muito baixas, cristais de gelo e outras coisas legais de que os pilotos não gostam... Mas , para o Phenom, nenhum problema, uma boa preparação de voo, combustível e um bom radar são as melhores ferramentas para se sentir confortável nessas regiões.

A chegada na Tanzânia depois do Quênia

Tanzânia com o Monte Kilimanjaro como cenário - que vista maravilhosa! Nós pousamos na pista 09 no HTKJ com um lindo pôr-do-sol. Graças ao nosso atraso egípcio, a magia da nossa chegada foi ainda melhor do que o previsto. Nesta noite, estamos todos cansados, mas muito felizes com nossos voos. Philippe e eu estávamos parecendo crianças com este brinquedo fabuloso em um playground tão fantástico!

Esta aventura continua todos os dias e está ficando cada vez melhor! Eu estava tão feliz nesta noite por compartilhar esta parte de nossa viagem com Tim Epping, com a divisão de operações e com a minha família.

Vamos nos deitar e descansar um pouco antes da próxima página desta jornada em 26/10/2016...

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21 de outubro de 2016

Nosso primeiro dia nesta grande aventura

Primeiro dia de nossa viagem: Paris-Tarento-Cairo (LFPB-LIBG-HECA)
Primeira parte: 02h10
Segunda parte: 02h25

Hoje foi um dia maravilhoso! A atmosfera em Paris estava muito boa e todos estavam muito empolgados com este primeiro dia de nossa viagem maravilhosa pela África.

Tim Epping e Sebastien Abouly administraram uma ótima decolagem, com o N344PL estacionado ao lado de seu irmão, o Legacy 450. O clima estava um pouco gelado e nublado, mas os sorrisos nos rostos de todo mundo nos lembrava de como a viagem seria calorosa.

Após meia hora de conversa entre essas duas aeronaves maravilhosas, era hora de solicitar a decolagem para nossa reorganização na Itália. O clima estava muito bom, os motores e a aeronave estavam funcionando sem problemas no FL450, nossa velocidade no chão era de cerca de 450 KTAS com quase 40 kts do componente do vento da cauda o caminho inteiro até o sul da Itália.

Alguns minutos após a decolagem, estávamos indo para o leste acima da camada de nuvens, com nossos rostos totalmente expostos ao sol gostoso e quente filtrado por nosso para-brisas. Tivemos uma leve turbulência acima dos Alpes, como de costume nesta área, e nossa cabine esta silenciosa já que os passageiros estavam se recuperando de terem acordado cedo.

Pousamos em Tarento para abastecermos e para uma rápida refeição com sanduíches, baguetes e doces franceses deliciosos. Após um intervalo de 90 minutos para almoçar, continuamos nosso voo em direção ao Norte da África. Voando em FL450 acima das nuvens, não pudemos contemplar a beleza do Mar Mediterrâneo. Philippe e eu estávamos discutindo nossas diferentes experiências de voo e na maior parte da discussão desvirtuamos a conversa para as ótimas qualidades do Phenom 300.

Os filhos de Philippe estavam muito empolgados com nossa viagem; eles não sabem para onde vamos. É uma surpresa, e eles tentam de qualquer jeito descobrir os destinos finais.

Como você pode esperar, dávamos pistas sobre os destinos e às vezes fazíamos piadas da situação.

O pouso no Cairo foi muito bom e suave. Pousamos na RWY 05C depois de uma aterrissagem por instrumentos (ILS) em uma leve neblina no deserto e uma névoa amarelada com um pouco de areia e poeira ocre para todos os lados.  A noite estava chegando, mas Philippe conhece esta aeronave perfeitamente e retornamos ao solo e à realidade com um pouso suave.

Veremos as novidades da viagem amanhã.

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21 de outubro de 2016

Phenom 300 ao Redor do Mundo

Desde criança, Philippe Lacrosse sempre  sonhou em se tornar um piloto. Logo depois de conseguir seu brevê de piloto, sua paixão por voar se transformou em uma oportunidade de descobrir o mundo com sua família a bordo de seu Phenom 300, chamado Colibri.

A primeira viagem da família foi em abril de 2013, quando voaram de Paris para as Ilhas Maldivas, onde ele ficou sabendo que sua aeronave foi a primeira da série Phenom a pousar na ilha.  A família Lacrosse não parou de voar desde então, e agora eles estão se preparando para voar ao redor do mundo.


A primeira parte da viagem vai começar na França,  em 21 de outubro, e terminar em 2 de novembro, no Marrocos. Durante a viagem, eles vão  dividir suas experiências  neste blog aqui. Acompanhe a aventura da família Lacrosse vendo suas postagens, imagens e vídeos.

Datas da viagem: 21 de outubro de 2016 - 2 de novembro de 2016:
Itinerário da viagem: França - Itália - Egito - Etiópia - Tanzânia - Zimbábue - África do Sul - Namíbia - Congo (Ponta Negra) - Costa do Marfim - Marrocos (Saara Ocidental)

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1º de julho de 2016

Trabalho com várias funções mantém o líder das instalações sempre em movimento

David Currier desempenha diversos papéis em sua função dupla como coordenador de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA) e Líder do Departamento de Instalações na Embraer Executive Jets, em Melbourne.

Entre suas várias funções de SSMA, estão supervisionar a gestão ambiental, auditorias de segurança, manutenção do ferramental de montagem de aeronaves e treinamento de empilhadeira. David ganhou experiência em várias áreas desde que se juntou à Embraer Executive Jets no começo de 2011, mantendo seu conhecimento e habilidades atualizados com cursos anuais de recertificação.

Suas várias responsabilidades como líder de instalações incluem trabalhar como ponto principal para compra de todos os materiais necessários para manter os equipamento e os prédios, gerenciando os aspectos de segurança, saúde e bem estar dos trabalhadores.

As tarefas e o conhecimento de David aumentaram conforme as instalações de montagem de aeronave de Melbourne cresceram. O trabalho é desafiador, ele diz, mas o ritmo e a variedade combinam com ele. "Não gosto de ficar parado em um lugar só por muito tempo. Não gosto de fazer a mesma coisa todos os dias."

Seu caminho para a Embraer começou enquanto trabalhava como superintendente elétrico para a empresa que construiu o prédio de produção/administração de Melbourne. David disse que foi contratado depois de seu vasto conhecimento ter chamado a atenção de um gerente da Embraer, que lhe disse que ele conhecia o prédio melhor do que ninguém, incluindo tudo no piso, nas paredes e no teto.

A paixão, a dedicação e a ética de trabalho de David foram reconhecidas em 2012, quando foi nomeado um dos dois funcionários mais valiosos da Embraer em Melbourne, recebendo uma viagem de 6 dias para o Brasil com vencedores de premiações de outros locais da Embraer.

Apesar de ele não construir aeronaves, David e sua equipe são essenciais para manter todas as instalações e equipamentos funcionando sem problemas no campus em crescimento da Embraer em Melbourne e em outros locais próximos. "Eu gosto de ver o crescimento. Gosto da direção que estamos seguindo."

David disse que adora seu trabalho e a atmosfera familiar na Embraer Executive Jets. É uma excelente empresa. Todos são amigáveis e tem sido assim desde o primeiro dia.  Eles cuidam do seu pessoal. Eles pensam primeiro na segurança; eles colocam ênfase nisso."

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24 de junho de 2016

Dinâmico inspetor de qualidade líder prospera entre aeronaves

Tremain Williams consegue trabalhar como inspetor de qualidade em todas as estações da instalação de montagem do Phenom da Embraer Executive Jeys em Melbourne. Isso porque desde que se juntou à Embraer, na abertura da instalação, no começo de 2011, ele tem trabalhado como inspetor em toda a linha de montagem, assim como na preparação de voo e na entrega,. 

No último ano, Tremain foi promovido a inspetor de qualidade líder, supervisionando 14 trabalhadores na produção, preparação de voo e no centro de entrega. 


 “Sou quem passeia por todas as estações… Me certifico de termos mão de obra onde é necessário. Estou em todos os lugares, não apenas em uma estação."

É uma função ideal para Tremain, que tem 16 anos de experiência diversificada em aviação e é apaixonado por aviões desde sua infância. "Eu adoro construir aviões, adoro inspecioná-los… Eu gosto de estar perto da aeronave."

Antes de se juntar à Embraer, Tremain trabalhou na Piper Aircraft, em Vero Beach, por 11 anos e meio, em trabalhos como técnico de montagem, inspetor de fabricação e inspetor de montagem líder. Essa vasta experiência fez dele uma aquisição valiosa para a nova equipe de produção da Embraer Executive Jets.  "A Embraer estava procurando por pessoas com uma experiência comprovada em aviação, para que pudessem ajudar a treinar os outros funcionários quando a empresa abrisse. Nós treinamos nos aviões no Brasil, já que ainda não os tínhamos aqui. Eu me sai bem lá, por isso ajudei a treinar outros funcionários que ainda estão por aqui agora."

Tremain disse que o processo da linha de montagem na Embraer garante que os jatos executivos cumpram os mais altos padrões de segurança e qualidade. "Eu vejo a aeronave realizar o primeiro voo e voltar com discrepâncias mínimas, então, isso é, por si só, uma declaração da qualidade que colocamos na aeronave."

Ele está muito feliz por fazer parte da dedicada equipe de produção que está repensando o convencional na Embraer. "Tenho muito orgulho de trabalhar aqui, com uma empresa que pode criar, produzir e desenhar uma aeronave melhor do que qualquer um no setor. É ótimo fazer parte de algo desta magnitude." 

Tremain está empolgado com o futuro enquanto o campus de Melbourne da Embraer continua a crescer. "Ver uma empresa crescer tão rápido quanto a Embraer está crescendo é algo maravilhoso de se fazer parte. Além disso, ter a oportunidade de se sobressair dentro da empresa é uma coisa boa porque um dos principais valores da Embraer é 'Nosso pessoal é o que nos faz voar.'  Fico feliz por fazer parte disso."

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17 de junho de 2016

Experiente construtor de jatos supervisiona a equipe de segundo turno

Quando Jay Colon foi contratado como líder de equipe na Embraer Executive Jets, em Melbourne, no começo de 2011, ele chegou em um enorme prédio de produção vazio.

Avance pouco mais de cinco anos e todas as estações da linha de montagem do Phenom 100/300 estão movimentadas com atividades e a produção está em andamento na nova instalação de fabricação do Legacy 450/500..

Juntar-me à Embraer "foi a oportunidade perfeita porque construir aeronaves era o que eu vinha fazendo por 24 anos antes de vir para cá", disse Jay.  Ele passou a maior parte desses anos no programa C-17   da Boeing, em Long Beach, Califórnia, em funções como mecânico de aviação, analista e supervisor de fabricação.

Depois de trabalhar como líder de equipe na Embraer por um ano, Jay foi promovido a supervisor de produção, liderando o recém-criado segundo turno.  Outro supervisor do segundo turno foi integrado no ano passado, e juntos, os dois agora supervisionam cerca de 125 trabalhadores.  "Para o segundo turno, eu sou basicamente a voz deles. Eles sabem o que estão fazendo… Minha função é ajudá-los com o que precisarem para construir essas aeronaves."

Os processos da linha de produção na Embraer garantem que cada jato seja construído adequadamente de acordo com os mais altos padrões, diz Jay. "Temos capacidades eletrônicas para acessar as ordens de trabalho – tudo eletrônico, sem papel. Lá, eles podem acessar também seus padrões técnicos. Eles levam laptops no avião e constroem por impressão.  Se um problema surgir, um trabalhador da linha o relata para seu líder e, em seguida, para seu engenheiro de fabricação  "e nos certificamos de que estamos construindo a aeronave da maneira adequada."
Jay não hesita em declarar porque a Embraer é um lugar fantástico para trabalhar. "As pessoas, a cultura. Nosso pessoal é o que nos faz voar.  Temos um excelente grupo de pessoas." 

Ajudar a liderar a equipe construindo o Phenom 300, o jato executivo mais entregue do mundo por três anos seguidos, é “incrível", diz ele. E Jay está empolgado em saber que o Legacy 450 e o Legacy 500 –  produtos do compromisso da Embraer de repensar o convencional – também serão montados em Melbourne. "O céu é o limite para esses aviões… O que eles precisarem de mim, eu farei."

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26 de abril de 2016

O engenheiro possui uma 'perspectiva central' de operações

Steve Anderson nunca se esquece do quanto é privilegiado por ter participado da fabricação de aeronaves inovadoras na Embraer Executive Jets.

“É fácil se perder em detalhes técnicos e tarefas diárias que fazem parte de qualquer instalação de fabricação, por isso, acho importante nos lembrarmos da sorte que temos por fazer o que fazemos",  disse Steve, um engenheiro de fabricação que se juntou à Embraer quando a fábrica de montagem do Phenom foi aberta, no começo de 2011. "Sempre que tenho a oportunidade de ver uma aeronave Embraer em voo, uso esse momento para aproveitar a sensação de conquista e orgulho, e me lembrar disso, 'Isso é muito legal.' "

Steve, que possui um diploma de bacharel em engenharia industrial,  é responsável pelo MES (Sistema de Execução da Fabricação) da Embraer, um sistema que controla e documenta o processo de produção sem uso de papel.  "Eu interajo com quase todos os departamentos que temos. Tenho uma perspectiva central para ver como tudo precisa funcionar junto, como a operação toda acaba produzindo uma aeronave para nosso cliente."

Antes de uma aeronave executiva da Embraer ser entregue a um cliente, cada aspecto do jato foi verificado e verificado novamente, ele disse.  "Há várias verificações da documentação final e avaliações que eu não tinha visto em outras empresas, garantindo que a aeronave entregue atenda a todos os requisitos de design, tenha sido construída como foi projetada e tenha todos os equipamentos essenciais instalados."

A diversificada experiência que Steve adquiriu trabalhando em duas empresas start-up da aviação geral, incluindo ajudar a desenhar instalações de produção, o prepararam bem para sua posição na Embraer Executive Jets. "Eu pude ver o processo todo de uma empresa start-up de fabricação de aeronaves, do desenho ao protótipo, até obter o type certificate e o certificado de produção para fabricar a aeronave. Foi uma experiência de aprendizagem excelente e maravilhosa".

Hoje, Steve disse que tem orgulho de contar às pessoas que constrói jatos executivos para a Embraer, uma empresa que deu a ele uma riqueza de experiências técnicas, culturais e de viagem "além de qualquer coisa que eu poderia ter imaginado há 10 anos". E continua melhorando conforme o campus de Melbourne cresce.

"É muito empolgante fazer parte de uma organização que está crescendo como a nossa. Um crescimento desta magnitude neste curto período de tempo é provavelmente inédito." 

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7 de março de 2016

Experiência com caças preparou técnico para ritmo mais rápido

O técnico de montagem da ​Embraer Executive Jets, Eric Sneed, se tornou proficiente em manter elevados padrões ao trabalhar com prazos apertados, quando fazia manutenção de aviônica em caças durante a Guerra do Iraque.

"Eu fui supervisor de oficina durante a Operação Iraqi Freedom, portanto basicamente toda as aeronaves tinham que voar o máximo possível", disse Eric, que passou oito anos na Marinha dos EUA como técnico em eletrônica de aviação em Virginia Beach. 

Eric disse que consertar os fios e cabos nos caças F-14B e F/A-18 o mais eficientemente possível lhe proporcionou os conhecimentos necessários para se adaptar ao ritmo acelerado da linha de montagem da Embraer, onde ele instala os chicotes elétricos e cabeamento da antena dos Phenom 100 e 300. Desde que ingressou na Embraer, em janeiro de 2012, a demanda continuou a crescer, especialmente para o Phenom 300, que foi jato executivo mais entregue no mundo em 2013, 2014 e 2015.

Eric sempre permanece focado em construir os melhores e mais seguros jatos executivos possíveis, sempre pensando nos clientes que vão voar neles. "Eu entendo que daqui a 20 anos, as pessoas vão estar voando nesta aeronave. Então, eu tenho que fazer o meu trabalho com o melhor de minha capacidade e a mais alta qualidade."

Ele se orgulha de ser um membro de uma experiente equipe de construção de aeronaves, que continuamente repensa o convencional, incluindo colegas técnicos e engenheiros de produção que já trabalharam com jatos militares e com o ônibus espacial.
Um aspecto especialmente gratificante de construir as aeronaves da Embraer é ocasionalmente se deparar com um dos jatos executivos que ele ajudou a construir. "Se eu não estou no trabalho, estou sempre apontando os aviões da Embraer no céu e dizendo, "Acho que construí esse aí." Toda vez que eu passo por um aeroporto executivo, estou sempre olhando para ver se há algum estacionado."

Considerando os muitos anos que ele passou trabalhando com jatos militares e os Phenom, Eric disse que adoraria a oportunidade de utilizar a sua experiência para montar os maiores e mais tecnologicamente avançados jatos executivos da Embraer - o Legacy 450 e 500 - após a produção começar em Melbourne em 2016.  Com a expansão da empresa devendo criar 600 novos empregos nos EUA nos próximos anos, ele vê um futuro brilhante com a Embraer.

"Eu espero e quero estar aqui por muitos anos. Eles cuidam muito bem da equipe e têm benefícios realmente bons. É realmente um ótimo lugar para se trabalhar."

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26 de fevereiro de 2016

Veterano da aviação encontra espaço na Embraer

Carlos Roque tem o trabalho ideal para um entusiasta de longa data de aeronaves, que desafia o status quo e é um perfeccionista.

"Eu tenho um traço de perfeccionismo em mim que é frequentemente considerado um defeito", diz Carlos, que tem trabalhado como técnico de montagem para a Embraer Executive Jets desde março de 2012. "Mas aqui eu tenho um escape muito construtivo que me permite aplicar o perfeccionismo ao meu trabalho. Não posso imaginar fazer nada que não seja o meu melhor quando se trata de aviões."

Carlos começou a estudar aviões ainda criança e mais tarde recebeu dois diplomas em assuntos relacionados à aviação, junto com uma licença de piloto particular, uma licença de piloto comercial e uma licença de estrutura da aeronave e grupo motopropulsor (A&P).  Antes de se juntar à Embraer, ele foi atrás de sua paixão em uma ampla gama de trabalhos na aviação comercial e geral, desde mecânico de uma companhia aérea a piloto de um pequeno avião realizando vigilância de trânsito para uma estação de rádio.

 "Eu não queria fazer nada que não estivesse relacionado com aviação", disse ele. "Eu sempre fui uma pessoa prática, sempre quis saber como as coisas funcionam e depois como operá-las. Eu sempre enxerguei as aeronaves como a epítome das máquinas."

Na Embraer Executive Jets, Carlos prepara componentes menores e os principais suportes eletrônicos para instalação no Phenom 100 e no Phenom 300.  Para garantir que os jatos executivos atendam os mais altos padrões de excelência da Embraer, os inspetores de garantia da qualidade monitoram o processo de montagem diariamente e os inspetores da Administração Federal da Aviação (FAA) visitam a instalação, disse ele.  "Eu preciso saber explicar para um inspetor de qualidade ou um inspetor da FAA exatamente o que estou fazendo e como estou fazendo. Preciso ter referências – plantas de projeto, listas de peças – tudo em mãos. Preciso ser capaz de demonstrar competência durante todos os nossos processos."

Carlos disse estar maravilhado com a habilidade excepcional da Embraer em repensar o convencional e consistentemente desenvolver inovadores projetos de jatos executivos que atraiam os clientes.  

"De alguma maneira, a Embraer vê exatamente o que o mercado precisa e projeta um avião para atender essas necessidades. Mesmo se o mercado não soubesse antes que precisava dele, após o avião ser disponibilizado, ele o compra. É tudo muito empolgante."

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19 de fevereiro de 2016

Ex-engenheira do onibus espacial sente-se em casa com a Embraer

Sendo engenheira, Megan Leggett trabalha em uma área tipicamente dominada por homens, ainda assim, ela se sente mais do que confortável na Embraer Executive Jets. Na verdade, a engenheira de produção menciona os membros de sua equipe, que trabalham duro na instalação da montagem do Phenom, como uma das melhores partes do trabalho.

"Os rapazes são ótimos.  Eles são tão competentes e dedicados", diz Megan, que se juntou à Embraer em abril de 2012, após oito anos como engenheira mecânica com a United Space Alliance (EUA) no Centro Espacial Kennedy, onde trabalhou nos propulsores de foguetes de combustível sólido do ônibus espacial.

Megan, que possui bacharelado em Engenharia Mecânica e Engenharia Civil da Embry-Riddle Aeronautical University, diz que sua experiência com o ônibus espacial fez com que a transição para a Embraer fosse tranquila, devido às similaridades entre os dois trabalhos. Na Embraer, ela escreve instruções de trabalho seguidas pelos técnicos para a montagem do Phenom 100 e do Phenom 300, certificando-se de que os problemas de produção sejam prontamente abordados, para garantir que os acessíveis jatos executivos sejam construídos seguindo os mais altos padrões de excelência.
"Eu aprendi muito na United Space Alliance sobre o processo de fabricação, portanto, muito disso foi aplicado neste trabalho", diz Megan, que trabalha no segundo turno na fábrica de montagem. "Estou fazendo basicamente a mesma coisa.  Todas as regras e requisitos são diferentes, mas as tarefas que você realiza todos os dias são as mesmas."

Megan diz que está empolgada com a abertura das instalações de produção para o Legacy 450 e Legacy 500 em Melbourne, em 2016, e, com sua experiência, ela tem certeza de que eventualmente irá trabalhar com as duas aeronaves que apresentam tecnologia fly-by-wire completa. Por enquanto, a ex-engenheira do ônibus espacial está feliz em trabalhar no Phenom e também está feliz com sua carreira na Embraer Executive Jets, que trata bem seus funcionários e oferece benefícios "fantásticos".

Com o crescimento rápido e o sucesso da Embraer Executive Jets durante seus primeiros 10 anos, Megan é otimista em relação ao futuro da empresa de aviação executiva: "O céu é o limite. Definitivamente, tenho orgulho de dizer que trabalho na Embraer."

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12 de fevereiro de 2016

Brasileiro desfruta de trabalho 'interessante'

Quando Pedro Holanda deixou o Brasil e se mudou para a Flórida para trabalhar no setor de aviação há 15 anos, ele não fazia ideia de que trabalharia para uma fabricante de jatos executivos global com herança brasileira. 

Pedro está impressionado pelo fato de a trajetória de sua carreira o ter levado para a Embraer Executive Jets em Melbourne, ele se enche de entusiasmo ao falar sobre a empresa e seu trabalho como técnico de aviônica na fábrica de montagem do Phenom.  


 “A Embraer é algo que nos faz sentir realmente orgulhos por sermos brasileiros”, disse Pedro, que se juntou à Embraer em abril de 2012. "Ser um técnico de aviônica é algo muito legal. Eu gosto do meu trabalho. Sinto orgulho de trabalhar para a Embraer. O ambiente é ótimo."

A maior parte do trabalho de Pedro acontece na cabine de comando, onde ele desempenha verificações operacionais e testes aviônicos completos para garantir que todos os inovadores sistemas elétricos estejam funcionando corretamente.   "Nós verificamos cada tecla, até o menor botão, na cabine de comando para nos certificarmos de que tudo esteja funcionando adequadamente. É divertido sentar na cabine de comando e entender como funciona cada sistema na aeronave."

Engenheiros de produção oferecem seu conhecimento técnico para repensar o convencional "porque nós realmente temos que chegar aos menores detalhes do lado elétrico da aeronave", explica Pedro.  Os inspetores da garantia de qualidade também trabalham junto com os técnicos, monitorando processos e preenchendo documentações, mostrando que o trabalho está em conformidade com  os mais altos padrões  da FAA e da Embraer.

Pedro aperfeiçoou suas habilidades ao trabalhar como técnico de aviônica em um fabricante de aeronave local e, posteriormente, como mecânico elétrico do tecnologicamente avançado Boeing 787 Dreamliner em uma fábrica de montagem final na Carolina do Sul  Quando a produção do Legacy 450 e 500 começou em Melbourne, Pedro disse que gostaria de ter a oportunidade de conhecer um sistema mais sofisticado e complexo. 

O brasileiro só tem elogios para a Embraer Executive Jets, que continua a crescer em um mercado competitivo, oferecendo aos clientes o mais amplo portfólio no mercado de jato executivo.

"É muito estimulante ver a empresa crescer. Nem todas as empresas por aí estão se saindo tão bem quanto a Embraer. A Embraer é muito sólida. É uma grande empresa que não vai embora tão cedo. Ela está aqui para ficar."

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12 de fevereiro de 2016

Redefinir o que é possível

Quando você estiver procurando por um novo jato executivo, com certeza irá interagir regularmente com os membros de nossa equipe na linha de frente. Mas você provavelmente não terá a oportunidade de conhecer as pessoas que constroem a aeronave executiva da Embraer. Todos os dias, cada um desses talentosos profissionais desempenha um papel fundamental em desafiar o status quo e construir nossos aviões brilhantemente projetados – um cabo e um parafuso de cada vez.

Nós, na Embraer, estamos lançando uma nova série de perfis para destacar alguns dos técnicos e engenheiros de produção mais habilidosos que trabalham em nossas instalações de montagem. Com esses perfis, você verá o quanto de dedicação, experiência e cuidado é atribuído a cada fase de cada aeronave construída.  

Nossas equipes em Melbourne e no Brasil incluem pessoas que passaram anos trabalhando nos projetos mais avançados do mundo, do ônibus espacial da NASA a programas militares e comerciais altamente respeitados, antes de se juntarem à Embraer.  Além da experiência, cada um desses funcionários mostra um enorme entusiasmo ao descrever seu papel na construção de nossos jatos.

Conforme for conhecendo nossos funcionários, você irá entender que na Embraer Executive Jets, nossa missão é redefinir continuamente o que é possível e nosso compromisso com a excelência, e servi-lo é fundamental em tudo que fazemos.

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19 de dezembro de 2014

Nossa Viagem Pelo Mundo - na Forbes!

Ficamos maravilhados por ver nossa viagem pelo mundo em uma matéria na revista Forbes!

Obrigado por todo seu apoio. Desejamos a você e sua família e amigos boas festas e um excelente 2015!

Aviação Executiva: Um Legado em Construção, escrito por Tony Velocci

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11 de novembro de 2014

O mundo todo está bem aqui em casa

A noite anterior a um voo complexo costuma ser uma noite de insônia. Eu imagino que muitos outros pilotos passam por seus próprios hábitos meticulosos e rituais antes de sair em missões elaboradas semelhantes. No meu caso, os eventos do dia seguinte dominam cada canto de meu quarto de hotel. Meus olhos se abrem do sono inquieto ao menor ruído, e os pensamentos imediatamente começam a correr pela minha mente - eu perdi o serviço de despertar? Não, ainda bem. Mas como esta o tempo lá fora? Será que conseguirei decolar? E o tempo em nosso destino – será que precisaremos ser redirecionados? E nossos planos de voo? Será que guardei tudo corretamente?...


Mas, ontem, o sol apareceu em uma manhã fria e parcialmente nublada em Londres. O plano era voar de lá para o Teterboro, onde três de nossos passageiros desembarcariam, e depois sairíamos para Naples, Flórida, onde o restante desembarcaria e se despediriam de nós. Toda a papelada documentada de acordo, todos os passageiros contabilizados, e céu claro na costa leste dos EUA. 


Como sempre tentamos surpreender nosso diretor, decidimos tentar algo novo para comemorar o último dia de nossas viagens. Nós cozinhamos uma costela de carneiro no nosso forno e servimos com acompanhamentos igualmente impressionantes. A refeição foi considerada um grande sucesso por nossos passageiros, especialmente complementada pelos bolos prazerosos que havíamos conseguido em Londres e servimos como sobremesa. Levar nossos passageiros em consideração é nossa prioridade, é claro. Então, após eles expressarem sua admiração e gratidão, a tripulação e eu sabíamos que o restante da nossa viagem seria um sucesso.

Nas nuvens, minha mente ansiosa se acalmou, atravessamos o Atlântico a 40 mil pés com destino para casa. A reflexão tranquila traz à tona memórias de nossa viagem, que parecia tão longa, mas agora parece ter acontecido em um piscar de olhos. Meu co-piloto poderia pilotar o avião sozinho, eu juro, então nos revezamos, passeando pelas zonas da cabine espaçosa para esticar as pernas. Mantivemos uma conversa animada, invadimos a cozinha para lanches, e ficamos maravilhados com a missão bem-sucedida que estávamos realizando.

Hoje, após uma noite repleta de sono em minha cama, a gratidão que tenho por estas últimas semanas é incrível, e indescritível. Eu espero que, um dia, eu consiga compartilhar esses tipos de experiências com meus filhos. É maravilhoso, certo? Você pode viajar o planeta todo, só para descobrir que seu mundo todo está bem aqui em casa…

Obrigado por nos acompanhar neste viagem, meus amigos.

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10 de novembro de 2014

O Plano de Voo Para Casa

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8 de novembro de 2014

Olá de Londres

Nosso plano de voo de Dubai para Londres refletiu uma duração de voo com menos de oito horas, passando pelo Irã, Iraque, Turquia e o Mar Negro, e todo o continente Europeu. Nós chegamos tarde ontem à noite, e, como os colegas astronautas podem atestar, todo meu ser estava cansado, como se eu tivesse pilotado a rota inteira! Planejar esses voos complexos de vários países exige processamento mental, cálculos tediosos, permissões especiais e logísticas árduas… é o suficiente para ter "vertigem"!

Agora, quando estou no quarto encantador de nosso hotel de Londres, muitas imagens de nossas aventuras recentes passam pela minha cabeça. Eu mencionei que a Forbes pediu que eu desse uma entrevista? Foi minha primeira entrevista de mídia, e uma oportunidade bem-vinda para falar sobre minha concentração apaixonada da filosofia da Global Excellence.

O mundo de hoje frequentemente ignora a indiferença aos detalhes, que se espalha por tantas pessoas. Eu não tenho medo de dominar. Como gerente de aviação em nossa empresa, eu desejo e sou totalmente responsável pela qualidade das experiências de voo dos nossos passageiros. Meu objetivo é a excelência no fornecimento do mais alto nível de serviços aos meus clientes, desde a limpeza e pontualidade, à antecipação de todos os seus caprichos. Esse é um dos motivos pelos quais trabalho com a Embraer – a prática da Global Excellence é refletida em todas as nossas interações com eles.

Falando nisso, muito obrigado para LES e KEITH, dois outros representantes da equipe de suporte excelente da Embraer. Obrigado por estarem nos dois lados da noite conosco!

Na segunda-feira, vamos atravessar o oceano Atlântico mais uma vez. Após passarmos pela alfândega em Maine, levaremos alguns passageiros para Nova York, antes de finalmente retornarmos para nossas famílias em Orlando. Mal posso esperar para ver minha melhor amigar – minha esposa, Robyn. Ela é a força motriz na minha vida e uma inspiração para todos que a conhecem. Ela é mãe e educadora em tempo integral de nossos três filhos, que amadureceram como indivíduos na última década.

Lucca, de seis anos, não é apenas um especialista em MineCraft; ele também é um dos veterinários mais reconhecidos na comunidade de bichos de pelúcia. Noah, meu discípulo, tem nove anos e já tornou ciências e rastreamento de voo dois de seus hobbies favoritos. E, Chloe, minha adolescente, vai conquistar o mundo em crescimento do desenvolvimento de sites antes de se formar, eu sei disso. Eu encorajo todos eles a viverem como eu, como Peter Pan – buscar novas aventuras com alma jovem, sempre com "pensamentos felizes" na mente. Para mim, meu "pensamento feliz" é a promessa do abraço maior, mais apertado e de cinco cabeças da minha vida, e é esse pensamento que me leva para casa. Minha família é, afinal de contas, o verdadeiro motivo pelo qual eu voo.

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7 de novembro de 2014

Big Ben, aí vamos nós!

Temos oito horas pela frente, enquanto deixamos o calor de Dubai pelo tempo de outono frio de Londres.  Nossos corpos tiveram uma chance de descansar, e os nossos relógios biológicos internos parecem se ajustar com mais facilidade do que ao longo das duas últimas semanas. Sentimos nossas casas se aproximando com cada parte concluída da viagem.
 
Nosso voo sobrevoará o Irã e Turquia, no fim nos levando para o norte e oeste pela maior parte do Leste Europeu. Nosso avião nos aguarda, preparado com mais de 9,072 litros de combustível para transportar números incalculáveis de lembranças, uma cozinha totalmente abastecida, cinco passageiros encantadores, três membros da tripulação diligentes e uma perdiz em uma árvore de pera. (brincadeira!)

Com as festas de fim de ano se aproximando, um desejo de união da família parece ocupar cada momento de tranquilidade. Apesar de um passeio verdadeiramente inspirador e de alta produtividade por todo o mundo, estamos todos ansiosos por nosso retorno iminente para casa. Estamos ansioso por passar tempo com nossos amados antes de sairmos para nossa próxima aventura. Mas por enquanto, o Big Ben e peixe com batatas, aqui vamos nós!

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5 de novembro de 2014

A experiência dos Emirados

Hoje partimos de Bangcoc para Dubai.  Nossa rota cuidadosamente planejada nos fez voar a 40 mil pés sobre a Baía de Bengala, na Índia e, em seguida, sobre o Mar da Arábia, antes de descermos em direção a esse destino incrível, onde vamos passar os próximos dias de nossas vidas.

Não existe nenhum lugar como Dubai. Sua população combinou a cultura clássica do Oriente Médio com o luxo e a vida moderna, para criar um charme único que só pode ser encontrado aqui. Com Londres, Hong Kong e Moscou a praticamente a mesma distância, não é de se estranhar que Dubai seja um imã para negócios de sucesso e viajantes mais exigentes. Esta é uma cidade de empreendimentos globais, retiros luxuosos e grandes conquistas em inovação arquitetônica e engenharia.

Eu adoro visitar os Emirados, e Dubai é certamente uma das minhas cidades favoritas, porque sua existência valida meu amor pela aviação corporativa de uma maneira que nenhum outro lugar consegue. Dubai exige -... não, espere -... Dubai clama por viagem executiva privada para conectar esta joia regional ao resto do mundo. Por isso, essa cidade conquistou meu coração. 

Como diz minha filha...

Dubai. Já disse o bastante.

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5 de novembro de 2014

Aprendendo a trabalhar bem em outras culturas

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4 de novembro de 2014

Observações humildes

Apesar dele geralmente usar sua aeronave para viagens a negócios e lazer, o alto nível de comprometimento de nosso diretor com a filantropia exige uma aeronave totalmente capaz de sustentar suas missões de caridade. Ele e sua esposa são amplamente reconhecidos como humanitários ativos, prestando ajuda e auxílio a várias organizações ao redor do mundo. Em nosso país natal, os Estados Unidos, visitamos vários hospitais infantis, e universidades estimadas, que admiram nosso empregador e sua família por oferecer voluntariamente seu tempo e recursos para ajudar a melhorar as vidas dos jovens de nossa nação. No exterior, atos de inspiração similares ocorrem regularmente. Com o Legacy 650, nosso diretor e sua esposa podem visitar lugares em que sua generosidade é mais necessária. Eles conhecem as pessoas que mantêm essas organizações de caridade, e aqueles que dependem diariamente da bondade de outros. As conexões formadas durante essas visitas são de valor inestimável, e o calor e humanidade que presenciamos é tangível. Esses relacionamentos significativos são o resultado de, e o impulso para a benevolência continuada de nosso diretor, em casa e no exterior.

Como nossa empresa, a Embraer adotou uma abordagem proativa para a construção e promoção de um futuro sustentável, em todo o mundo. Por exemplo, o programa do ensino médio da empresa em São José dos Campos prepara estudantes para uma sociedade global em evolução, sem custos para suas famílias. A Embraer não fornece apenas suporte a aeronave para nossos esforços; eles encorajam os ideais e valores compartilhados em tudo o que fazem. Vistas sinérgicas como estas são muito importantes para nós. Essas crenças compartilhadas unem as pessoas em um mundo que parece se tornar menor a cada dia.

Nós partiremos rumo à Tailândia em breve, sabendo que logo estaremos de volta para acompanhar a oportunidade beneficente que viemos investigar. Um AGRADECIMENTO final àqueles que conhecemos durante nossa visita. Podemos apenas esperar retribuir sua hospitalidade incansável em breve.

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4 de novembro de 2014

Prestes a decolar para Bangcoc

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2 de novembro de 2014

Saudações de Chiang Mai

​1º de novembro de 2014

Bom dia de Chiang Mai!

Chegamos aqui ontem à noite. Este lugar está completamente distante do mundo acelerado, mas a atração do turismo de ponta está fortemente estabelecida aqui, começando com as acomodações luxuosas do hotel. Estamos no resort luxuoso Le Meridien, e eu definitivamente poderia  me ver aqui por mais alguns dias. Há muito para ver, e estamos encontrando tesouros exóticos em nosso tempo livre que planejamos levar para casa e compartilhar com amigos e família.

Podemos ver claramente que as malas estão ficando mais pesadas a cada parada. Com a capacidade de carregar 450 kg de bagagem, não temos problema em acomodar as compras extras e as malas pesadas. Nossos passageiros puderam melhorar a abundância de espaço do compartimento de bagagem, utilizando cada espaço e ainda com muito sobrando! Eles possuem várias bagagens, o que significa que fizeram malas para locais diferentes. Plásticos para pendurar vestidos e ternos de negócios; bolsas de golfe aguardam as áreas livres; parcas e blusas em espera de climas mais frios... Tudo isso cabe direitinho na aeronave.

Agradecemos pela companhia, meus amigos, e continuem compartilhando suas fotos em suas páginas de mídia social! Adoramos ver fotos de vocês mostrando suporte à nossa equipe enquanto nos aproximamos do fim de nossa viagem!

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30 de outubro de 2014

Sempre em casa em Cingapura

Quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Cingapura

Aqueles viajando em nosso Legacy 650 foram colocados em outro hotel desde terça-feira. Iremos passar mais um pouco de tempo aqui antes de sair na sexta-feira - Cingapura é uma das paradas mais relaxantes. Foi bom ver alguns pontos turísticos, apesar da vista da cabine de comando nunca ser desagradável. Amanhã passaremos algum tempo com nossos apoiadores no escritório da Embraer de Cingapura. Eu sempre gosto de conhecer pessoas que nos ajudam à distância. O fato de sermos sempre recepcionados como amigos é uma qualidade que permanece constante em todos os encontros da Embraer.

Os hotéis em que ficamos são bons, como vocês podem imaginar. Nos imaginem andando por um hall de entrada cavernoso, sendo acolhidos por uma mesa cheia cheia de funcionários do hotel sorridentes. O número impressionante de pontos de recompensa que um piloto leva consigo normalmente garante status VIP entre os gerentes de propriedade, por isso somos muito bem tratado. Ainda assim, o Legacy parece o mais próximo à nossa "casa" que podemos encontrar em uma viagem como essa. Ter flexibilidade para viver de acordo com sua própria agenda é raro, especialmente no céu, mas nossas aeronaves nunca limitam a maneira com que nossos diretores vivem suas vidas ocupadas.

Por exemplo, nossa equipe se prepara para cada voo planejando um valor temático para adicionar à experiência, não importa se o voo é curto. Tudo - desde alimentação até decoração - é feito sob medida para esse tema; pode se tratar de destinos, estações, ou apenas uma ideia que decidimos explorar.  Após o tema ser escolhido, ficamos constantemente espantados ao ver Sim, o nosso Concierge de voo, pegar decorações do depósito e montar o cenário.  De alguma maneira, estamos voando pelo mundo com uma seleção de menus e decorações que orgulharia a Martha Stewart! Toda essa festividade íntima é muito apreciada por nossos passageiros.

A privacidade pode ser uma escassez quando se viaja, mesmo voando em primeira classe, ou se hospedando no mais luxuoso dos hotéis (alguns dos quais estão localizados aqui em Cingapura, por sinal!). Uma das vantagens no Legacy 650 é a capacidade de fechar as portas retráteis da cozinha, dando aos nossos passageiros privacidade total. Por trás dessas belas portas fechadas, preparamos as refeições de forma discreta, utilizamos o banheiro da tripulação... nós até mesmo usamos essa área para simplesmente esticar as pernas e conversar, nunca interferindo com a experiência de voo dos passageiros.  Com uma tripulação escolhida a dedo e uma aeronave que fornece uma experiência de passageiro incrivelmente tranquila, nossos diretores estão certos de que os seus assuntos particulares e corporativos permanecerão privados.

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25 de outubro de 2014

Experiência de suporte ao cliente da Embraer

Sexta-feita, 24 de outubro de 2014

Sapporo – Tóquio (algumas considerações)

Um voo tão longo para Tóquio, por Sapporo, exigiu uma alta dose de concentração! Tivemos que usar toda a tecnologia a bordo para lidar com as rápidas mudanças dos procedimentos, abordagens de chegada e atribuições da pista! Já passei muitos anos voando, mas a necessidade absoluta por tecnologia na cabine de comando nunca esteve tão óbvia para mim como hoje. Sem tudo isso ao alcance de nossos dedos em espaços aéreos tão complexos, ficaríamos muito para trás.

Durante nosso voo pelo oceano, nós tínhamos enviado um e-mail para a central de contato usando o sistema de internet global. Mencionamos que tínhamos uma mesa para preparação da comida na cozinha que não estava funcionando bem, e um refrigerador que não estava gelando tanto quanto gostaríamos. Nossa expectativa era apenas fornecer uma notificação para a central de contato para termos esses itens reparados ao voltar para nossa base em Orlando, Flórida. Nós ficamos muito surpresos quando descobrimos que a Embraer já havia planejado consertar essas pequenas falhas em nossa chegada a Cingapura! ISSO é o verdadeiro suporte ao cliente em seu nível mais alto!

Sempre que forneço serviços de consultoria para futuros compradores de aeronaves que estão comprando uma aeronave pela primeira vez ou alterando sua frota para o dimensionamento correto, eu aplico abordagem de "Excelência global" ao processo. Para mim, isso significa enfatizar a importância de relacionamentos a longo prazo ao selecionar um produto ou marca. Duas vezes hoje, nós vimos exemplos de investimentos a longo prazo que a Embraer tem com seus produtos e profissionais. No mundo todo, a Embraer sempre se prova como uma fabricante de equipamento original, uma parceira e uma amiga. Nosso relacionamento com os homens e mulheres da Embraer solidamente confirma a confiança que temos em nossa compra.

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24 de outubro de 2014

Nossa experiência em Sapporo

Sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Sapporo – Tóquio  


Nós saímos de Sapporo à tarde para a próxima parte da viagem até Tóquio, deixando para trás uma maravilhosa equipe de suporte agora decorada com pássaros brilhantes e prateados da Embraer! Todos nós fomos tão bem tratados pela equipe que ficamos felizes em compartilhar esses broches tão procurados. Se você tiver a sorte de ter um também, adoraríamos ver fotos de você e o pássaro em suas páginas de mídia social! Poste fotos suas com o pássaro, usando algumas hashtags que sugerimos (abaixo) para compartilhar seu apoio para a viagem!

Nós aterrissamos em Tóquio e fomos imediatamente recepcionados por Elton Lima, representante dos serviços de suporte de campo do escritório da Embraer de Cingapura. Ele estava aqui para se certificar de que recebemos o suporte e assistência pelos quais a Embraer é conhecida no mundo todo. O avião foi impecável neste complexo voo, e eu não adoraria nada mais do que compartilhar todos os benefícios que tornam o Legacy 650 a máquina voadora perfeita para sua viagem. Mas, nem é preciso dizer, o fuso horário me pegou... Com eficiência incomparável, fomos escoltados por meio de procedimentos de segurança e levados para o nosso próximo hotel. Agora, eu aguardo ansiosamente algum tipo de pôr do sol, para fechar as cortinas e dormir um pouco! 


Não se esqueçam, meus amigos, eu estou aqui para compartilhar minhas viagens com vocês, sintam-se à vontade para me perguntar qualquer coisa. Estou ansioso para responder suas perguntas em meu tempo livre! 

Hashtags sugeridas:
#Embraer
#EmbraerExecutiveJets
#Legacy650
#Forthejourney
#Onemanslegacy
#Aroundtheworld

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24 de outubro de 2014

2º dia da viagem

Quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Anchorage - Sapporo

Parte de ter uma operação de sucesso é ter uma forte equipe de operações apoiando a tripulação - não podemos fazer isso sozinhos. Esta noite, nossos parceiros da ABS Jets (operadores de sete aeronaves Legacy) nos alertaram sobre a passagem de vento muito forte sobre as rotas do Atlântico Norte, e sugeriram uma parada. Apesar de normalmente levar três dias para conseguir permissão, a equipe de expedição da ABS conseguiu arranjar todas as permissões para uma parada em Sapporo antes de seguirmos para Tóquio.

Poder usar o CPDLC e o ADS-B no Legacy 650 nos dá uma vantagem maravilhosa. Nós temos a capacidade de enviar digitalmente nossos relatórios de posição e o privilégio de sermos monitorados pelo controle de tráfego aéreo continuamente, mesmo em áreas não atendidas pelo radar. Alguns podem pensar que esta vantagem é apenas aplicável ao atravessar o oceano, mas, por exemplo, ontem nós a usamos em nossa toda a nossa pelo Canadá. O ADS-B nos proporciona uma melhor prevenção ao tráfego e uma conscientização sobre segurança, e a capacidade de identificar claramente o tráfego aéreo ao nosso redor em regiões remotas.

Com o nosso sistema de internet global e telefone por satélite, nosso Diretor Executivo pode permanecer em contato com nossa sede e continuar a tomar decisões críticas durante o voo. Só isso já justifica o investimento dele no Legacy 650.

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23 de outubro de 2014

1º dia da viagem

Quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Naples – Chicago

Chegamos com segurança a Anchorage hoje, após nove horas de voo tranquilo. Fomos recebidos por vistas impressionantes e pela equipe amigável do Great Circle Aviation. Podíamos ver mais de 320 quilômetros, com tempo totalmente desobstruído. Graças ao sistema de Comunicações por Satélite, pudemos encontrar um restaurante excelente e fazer reservas para o jantar para nosso Diretor e sua família antes de desembarcarmos no Alasca. Eles ficaram muito impressionados, é claro.

Agora vamos para o hotel, para um descanso mais que necessário. Amanhã: Japão!

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22 de outubro de 2014

A cerimônia de partida


Partida de terça-feira: os executivos da Embraer desejam uma boa viagem a Andre e sua equipe enquanto eles decolam da NBAA 2014.

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21 de outubro de 2014

Algumas considerações antes da partida

Pisar em terra estrangeira nos traz humildade. Sempre. Minha própria importância é posta de lado, e colocada em perspectiva, quando a realidade ilustra como infinitesimal cada um de nós realmente é. Nada nesses lugares estrangeiros é meu, exceto uma bolsa e seu conteúdo. O ar que respiramos, a água que atravessamos… até mesmo o céu que parece ser nossa única companhia no voo – nada disso pertence a nós. Nós compartilhamos este mundo com tantas pessoas, tantas culturas, e cada vez que pousamos, o tremendo alcance de diversidade faz com que eu me sinta momentaneamente perdido. Sou forçado a abandonar tudo que me é familiar, para me lembrar constantemente que este lugar não foi criado para mim, mas para seu povo. Este desconforto é o maior presente, na minha opinião. Permite que me aproxime de tudo com humildade, como se fosse a primeira vez. Em nossas viagens, não menosprezamos nada. 

A vida de um piloto é abençoada e brutal. Nós estudamos por anos, treinamos e treinamos novamente, estudamos inúmeros gráficos e formas, e sacrificamos confortos terrestres, tudo em prol da liberdade no ar. Nós tocamos os céus, alcançando alturas com que muitas pessoas nunca sonhariam. Somos aviadores. Nós vemos o mundo de um jeito diferente. Hoje, começamos nossa viagem épica pelo mundo e convidamos você para vê-lo conosco. 

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21 de outubro de 2014

Uma viagem pelo mundo no Legacy 650

Foi Andre Fodor quem veio primeiro à Embraer Executive Jets, e nos contou sobre seus planos de voar pelo mundo em um Legacy 650 que ele pilota para seu empregador. Sua empolgação foi contagiante, e juntas, nossas equipes trabalharam muito com um entusiasmo tremendo, preparando homens e máquina para esta missão elaborada de 3 semanas. 

Dos EUA até a Ásia, pelo Oriente Médio e daí por diante pela Europa, estaremos monitorando o progresso de nossos amigos, garantindo passagem segura enquanto eles exploram o mundo. Nos sentimos honrados em apoiar Andre, Claudio e Sim durante suas viagens. Com muita gratidão, e em nome de todos na Embraer Executive Jets, desejamos a toda a equipe a melhor das experiências.

Andre-Fodor-Legacy-650-Cockpit.jpg


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